domingo, 20 de junho de 2010

Super PRG

Senhores:

É aquilo, o RPG é um conto de fadas, onde o mocinho precisa, necessariamente vencer os vilões.
Fica mais aguçado quando cada um desses heróis são representados por nós, jogadores.
Trata-se de uma mescla: nós, representados por nossos heróis, somado o mito dos contos de fada, onde o bem, conforme nossa cultura, sempre precisa vencer.
Não vou adentrar muito a questão cultural, que advém de crenças, religiões, formação familiar etc, o fato é, vê-los triste diante de uma quase e possível morte de seus personagens, é como se o príncipe não salvasse a princesa da morte, do castelo ou da bruxa, é como se os três porquinhos fossem comidos pelo lobo e por ai vai.
O Caroti ficou decepcionado; o Vitão totalmente incrédulo, o Matheusinho tentou disfarçar; o Jão assustou; o André ficou puto; a Duda triste; e o que dizer do Zé Danilo, a revolta em pessoa.
Isso só é possível porque nós amamos esse jogo, desde sempre e tomara que sempre amassemos.
Terminar uma sessão é triste, melhor mesmo é começar a próxima.
Além do fato de nos unir, deixar-nos mais próximos, de uma forma ou de outra.
Obrigado amigos, por me deixar mais feliz às tardes de sábado.
Grande abraços, RPGistas.

10 comentários:

  1. O Firmo, mais uma vez, matou o personagem de todo mundo e escreveu isso só pra não ser excluído do próximo jogo. O Firmo precisa ganhar até quando ele é do mal. Ainda bem que não é argentino...

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  2. Uma coisa é certa: o jogador cria um vínculo com o personagem. Sente-se responsável por ele. Quer que ele evolua faça história.

    Por outro lado, ficamos decepcionados com a impossibilidade de superar os desafios. Sempre imaginamos que os personagens estarão aptos a superar os desafios do jogo.

    Quando isso não ocorre, a decepção é evidente.

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  3. Tranquilos pessoal....foi apenas fatos para narrativa.

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  4. So uma coisa me tranquilizou... eu estava no segundo nivel... e a maioria já no 4 ou 5 nivel...hehe

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  5. Tranquilo acho que faz parte do jogo, mas nada vai me impedir de matar o Deus Tyr quando eu atingir o nível épico! uahahah (risada do mau!)

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  6. Assutei muito porque pensei: mais um Ivan mas nossas vidas. Não e possível! Dias gastos montando o personagem para o mestre mata-lo em uma missão suicida.

    Não lembro exatamente quem fazia parte do nosso grupo de Gurps mas o Mateusinho estava com certeza. O Ivan simplesmente colocou todos os nossos personagens em uma arena para lutarem entre si ate a morte!!!!

    Fora isso, tudo bem.

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  7. Jão Bem lembrado, eu estava nessa do Ivan!

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  8. Nosssa! Ainda bem que eu não estava.

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  9. Concordo com vc firmo, realmente a possibilidade de estar identificado com um herói que nós mesmo criamos ultrapassa a brincadeira, atingindo valores e sentimentos nossos. daí nossas reações frente ao inevitável. Do mesmo modo que a decepção diante da morte iminente, a satisfação aparece em sucessos gloriosos na superação dos desafios da história. Tenho certeza que a sua história nos (jogadores/personagens) proporcionará grandes momentos.

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